Por que empresários de Curitiba estão buscando comunidades exclusivas para crescer
Nos últimos anos, cresceu em todo o Brasil — e Curitiba não é exceção — um movimento claro: empresários trocando grupos abertos e genéricos de WhatsApp e LinkedIn por comunidades fechadas, com processo de seleção e propósito bem definido. Não é elitismo por elitismo — é uma resposta a um problema real.
O cansaço com grupos abertos
Grupos sem filtro de entrada tendem a virar murais de divulgação: cada um posta sua oferta, ninguém interage de verdade, e o valor da rede despenca. Depois de algumas experiências assim, é natural que empresários mais experientes busquem algo com mais curadoria.
Alinhamento de mentalidade importa mais que tamanho da rede
Uma rede de 5 mil contatos frios vale muito menos do que 30 relações fortes com gente no mesmo momento de negócio, com valores parecidos e disposição real de ajudar. Comunidades exclusivas existem justamente para proteger esse tipo de qualidade.
Exclusividade como filtro de compromisso
Quando existe um processo de aplicação — como preencher um formulário e passar por uma análise —, o grupo naturalmente atrai pessoas mais comprometidas. Quem se dá ao trabalho de aplicar já está mais engajado do que quem simplesmente entra em um link aberto.
O que vem depois desse movimento
A tendência é que esses clubes fechados continuem crescendo em cidades como Curitiba, combinando negócios com estilo de vida — esporte, gastronomia, propósito social — em vez de eventos puramente corporativos. É exatamente esse o espaço que o Hunimark ocupa hoje na cidade.
Aplique para a 1ª geração do Hunimark
Um clube exclusivo para empresários de Curitiba que querem crescer juntos.
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